Quarta, 25 de Junho de 2014 - 19:20
Gabrielli troca farpas com líder do PPS em audiência da CPMI da Petrobras

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, trocou acusações com o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), durante depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades na estatal. O deputado reclamou que ele não respondeu ao seu questionamento sobre a suposta reunião do ex-presidente Lula com representantes da empresa Astra Oil para tratar da compra da refinaria Pasadena, nos EUA.
Gabrielli troca farpas com líder do PPS em audiência da CPMI da Petrobras
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, trocou acusações com o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), durante depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades na estatal. O deputado reclamou que ele não respondeu ao seu questionamento sobre a suposta reunião do ex-presidente Lula com representantes da empresa Astra Oil para tratar da compra da refinaria Pasadena, nos EUA.
“O senhor não respondeu às questões que fiz, parece que é um palco de promoções e espetáculos”, reclamou Bueno. “O senhor tem possibilidade de fazer o espetáculo que quiser como deputado de oposição”, respondeu Gabrielli. Em seguida, ele negou a ocorrência do encontro. “Não é correto dizer que o presidente Lula participou de reunião sobre Pasadena. O Nestor Cerveró [ex-diretor da Área Internacional da Petrobras] desmentiu isso. O senhor está fazendo interpretação”, replicou. Em depoimento aos parlamentares, o ex-presidente da estatal também questionou a informação divulgada pela imprensa de que a refinaria custou US$ 42,5 milhões para a Astra. “Essa é uma informação equivocada, falseadora e que não considera a realidade do mercado”, disse. Ele afirmou que os custos da aquisição chegaram a 360 milhões de dólares. Gabrielli também defendeu que a compra de Pasadena foi “barata” ao considerar a capacidade de refino diária de 100 mil barris. O valor total da compra, segundo ele, chegou a US$ 1,25 bilhão, ao considerar o valor da comercializadora de derivados de petróleo e custos judiciais. Com informações da Agência Câmara.
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